Armário Para Vestiário com 2 Portas

R$ 549 ou 3x R$ 238

O armário vestiário com 2 portas é a espinha dorsal de vestiários corporativos, academias, escolas, indústrias, clínicas e obras, porque condensa em um volume compacto três entregas críticas: segurança para pertences, organização do fluxo de pessoas e higiene fácil em ambientes que exigem limpeza frequente.

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Descrição

Armário Vestiário com 2 Portas

Diferente de um guarda-volumes improvisado, o vestiário metálico bem projetado equilibra rigidez estrutural, ventilação contínua, fechamento confiável e modularidade interna, permitindo que o mesmo gabinete atenda desde EPIs de uma fábrica até uniformes de um restaurante, sem reforma nem gambiarra. Quando as portas alinham macio, as prateleiras não fazem “barriga”, o cabideiro suporta peso real e as aletas evitam odores, o usuário confia no conjunto e a operação respira: menos perdas por extravio, menos bagunça visual e menos tempo de manutenção, um trio que reduz custo invisível e melhora a experiência diária de quem entra e sai do vestiário.

Em ambientes com grande circulação, cada centímetro conta. O formato com duas portas altas otimiza largura de corredor e simplifica a gestão de chaves, enquanto as sapatas niveladoras (ou bases com rodízio travante, quando previsto) corrigem desníveis de piso sem “puxar” o gabinete. A pintura em pó epóxi/poliéster resiste a álcool 70 %, detergente neutro e borrifos de cloro diluído — rotina de limpeza comum em academias e clínicas — mantendo brilho e cor por anos. E como o corpo é modular, o interior aceita prateleira superior, cabideiro tubular, divisórias, bandeja porta-objetos e até porta-pastas, adaptando o mesmo equipamento a necessidades diferentes ao longo do tempo.


1) Construção mecânica: por que alguns armários duram 15 anos e outros não

Não é “sorte” quando um vestiário aguenta anos de abre-e-fecha sem desalinho: é engenharia silenciosa. A rigidez do gabinete nasce de chapas com dobras duplas nas bordas, que formam micro-vigas e elevam a inércia sem aumentar muito o peso. As portas recebem reforço em “ômega” (ou “U” estrutural) colado ou soldado, dissipando torção no momento do giro da maçaneta; dobradiças bem distribuídas (três a quatro por folha) evitam que a porta desça com o tempo. As prateleiras combinam chapa de 0,7–0,9 mm com nervuras discretas para segurar volumes como mochilas, caixas de EPI e tênis sem criar barriga. Tudo isso é protegido por pintura em pó curada a 180–200 °C sobre superfície fosfatizada, que dá ancoragem química ao filme e resistência à limpeza diária — requisito de vestiários que higienizam a cada troca de turno.

Componente Aço / Espessura típica Detalhe construtivo Função estrutural Benefício direto
Corpo (laterais/fundo) 0,7–0,8 mm Dobras duplas internas Rigidez do gabinete Menos vibração e empeno
Portas 0,8–0,9 mm Reforço “ômega” longitudinal Resistência à torção Fecha reto por anos
Dobradiças Estampadas/ soldados 3–4 por porta Giro estável Sem “ceder” com uso
Prateleira superior 0,7–0,9 mm com nervuras Apoio oculto Carga 20–30 kg Sem barriga no centro
Cabideiro tubular Ø 16–22 mm Aço com suportes metálicos Suporte de roupas/EPIs Até 15 kg distribuídos
Sapatas Nylon + rosca metálica Curso ± 15 mm Prumo em piso irregular Protege porcelanato
Pintura Epóxi/Poliéster 60–90 µm Cura 180–200 °C Proteção química Limpeza sem mancha

2) Dimensões e capacidades (o que realmente cabe)

Embora existam variações, três famílias cobrem a maior parte das aplicações: compacto para vestiários estreitos, corporativo para escritórios e academias, e industrial para fábricas e obras.

Modelo Altura (mm) Largura (mm) Profundidade (mm) Volume interno Carga por prateleira Uso típico
Compacto 2P 1.600 600–800 400 300–380 L/porta 20–30 kg Escritórios, escolas
Corporativo 2P 1.800 800–900 450 420–520 L/porta 30–40 kg Academias, clínicas
Industrial 2P 2.000 900–1.000 500 580–700 L/porta 40–50 kg Fábricas, obras, minas

Os volumes consideram prateleira superior + cabideiro. Para equipamentos volumosos (botas, capacetes, jaquetas pesadas), prefira profundidades de 450–500 mm.


3) Ventilação e higiene: sem odor, sem umidade, sem mofo

Vestiário que “cheira mal” é, quase sempre, ventilação mal resolvida. As aletas estampadas nas portas criam convecção natural: o ar frio entra por baixo, sobe aquecendo com o calor ambiente e escapa por cima levando umidade. Em vestiários de academia e indústria, essa renovação reduz odores e acelera a secagem de tecidos. Para clínicas e laboratórios, portas podem receber microperfuração alta: ajuda a ventilar sem expor tanto o interior à poeira. A pintura em pó epóxi/poliéster resiste a álcool 70 % e borrifos de cloro diluído (limpeza hospitalar), mantendo brilho e cor; já saponáceos abrasivos e solventes (thinner, acetona) devem ser evitados para não opacificar a superfície.

Recurso de higiene Como funciona Resultado prático Onde faz diferença
Aletas nas portas Convecção de ar Menos odor e umidade Academias, restaurantes
Prateleira perfurada Drenagem de líquidos Secagem rápida Clínicas, laboratórios
Pintura em pó Filme contínuo Limpeza sem manchar Todos os ambientes
Tapete de borracha na base Absorve impacto/umidade Piso interno protegido Indústrias, obras

4) Sistemas de fechamento: segurança que não atrapalha a rotina

O mesmo vestiário pode exigir fechamentos diferentes conforme a política de acesso. Em áreas com muitos usuários, fecho para cadeado democratiza o uso; em ambientes corporativos, cilíndrica com duas chaves resolve com bom custo-benefício; para estoques sensíveis, cremona de três pontos distribui tranca em topo, meio e base, impedindo alavancas simples. Em auditorias e TI, fechadura digital (senha ou RFID) elimina chave física e permite logs de abertura.

Sistema Descrição Indicação Vantagens Atenção
Cilíndrica (2 chaves) Tambor padrão Escritórios, academias Fácil reposição, barata Controle de cópias
Cremona 3 pontos Trancas em 3 direções Almoxarifado, TI Porta não empena, alta segurança Requer ajuste inicial
Fecho para cadeado Olhal + pino Vestiário coletivo Usuário traz o cadeado Gestão de cadeados
Digital (senha/RFID) Sem chave física Áreas auditáveis Logs e perfis de acesso Pilhas e custo inicial

5) Configurações internas que fazem diferença no dia a dia

A força do vestiário metálico é a modularidade. Um mesmo corpo pode virar roupeiro de turno, guarda-volumes de academia ou armário de clínica trocando poucos acessórios.

Acessório Função Compatibilidade Benefício prático
Prateleira superior Separar objetos pequenos Todos Carteira, celular, chaves
Cabideiro tubular Pendurar uniformes e jalecos 800–1.000 mm Roupas sem amassar
Divisória vertical Setorizar por categoria 450–500 mm P EPI x roupa civil
Bandeja deslizante Acesso frontal a miudezas 450–500 mm P Remove tudo de uma vez
Porta-pastas Arquivo temporário 800–900 mm L Documentos à mão
Etiquetário Identificação rápida Portas/prateleiras Inventário e auditoria
Cabide ganchos Acessórios pequenos Laterais Bonés, crachás

6) Ergonomia e acessibilidade: conforto também é segurança

Organizar o interior por zonas de pega evita microlesões e acelera a rotina. Itens pesados devem ficar entre joelho e cintura; objetos leves e pouco usados podem ir ao topo. A faixa entre 800 e 1.200 mm é ideal para o que se usa todo dia — altura que também atende cadeirantes. Portas devem abrir 110–120° sem bater em nada; se o corredor é estreito, planeje batentes que não avancem na circulação. Para vestiários muito altos ou com piso irregular, ancorar o armário na parede reduz risco de tombamento com as portas abertas.

Checklist rápido de ergonomia

  • Concentre peso nas prateleiras centrais;
  • Guarde botas e itens molhados na base com tapete de borracha;
  • Reserve o topo para mochila leve e objetos raros;
  • Deixe 90–120 cm livres na frente para vestir/trocar;
  • Padronize o lado da fechadura para abrir sempre para fora do fluxo.

7) Instalação passo a passo (30–40 minutos, sem surpresas)

  1. Conferir o local: meça vão, livre de obstáculos; garanta abertura total das portas (110–120°).
  2. Nivelar: ajuste sapatas até prumo em dois eixos (tolerância ≤ 2 mm/m).
  3. Ancorar (recomendado): marque furações internas; use bucha metálica em alvenaria ou parafuso autoatarraxante em perfil metálico.
  4. Regular portas: alinhe folgas e paralelismo; evite esforço lateral na fechadura.
  5. Montar interior: posicione prateleira superior, cabideiro e acessórios no passo de 25 mm.
  6. Limpeza inicial: microfibra + detergente neutro; finalize com álcool 70 % no puxador.
  7. Etiquetagem: padrão simples (Ex.: V1-A, V1-B) facilita auditorias e entrega de chave.

8) Limpeza e manutenção preventiva (15 minutos que poupam anos)

Atividade Produto/Ferramenta Periodicidade Ponto de verificação Ação corretiva
Limpeza externa Detergente neutro + microfibra Diária/Semanal Poeira, marcas de dedos Repetir e secar
Limpeza interna Álcool 70 % Semanal Odores e resíduos Secar e reorganizar
Checagem de prumo Nível de bolha Semestral Portas fecham sozinhas? Ajustar sapatas
Dobradiças/fechos Visual + toque Semestral Folga ou ruídos Reapertar/substituir
Fechadura Lubrificante seco Anual Giro duro ou travas Lubrificar/trocar cilindro
Pintura Inspeção visual Anual Riscos/lasca Retocar com kit PU

9) Layout e circulação: quantos cabem sem apertar o usuário?

Antes de comprar, simule pegada x corredor. Corredores bons evitam colisões e mantêm privacidade mínima.

Configuração Pegada (L × P) Área ocupada Corredor recomendado Capacidade útil (m² de prateleira)
1 vestiário 900 × 450 0,405 m² 0,41 m² 900–1.000 mm ~3,0 (prat. sup. + piso interno)
2 lado a lado 1.800 × 450 0,81 m² 1.000–1.200 mm ~6,0
3 em “L” (900 + 900) 1.350 × 900 1,21 m² 1.200 mm no giro ~9,0
Parede com 6 un. 5.400 × 450 2,43 m² 1.200 mm ~18,0

Regra de bolso: cada 0,4 m² de piso vira ~3 m² de área funcional de guarda.


10) Conformidade e boas práticas de vestiários corporativos

Organizações que lidam com alimentos, saúde e indústrias com EPIs exigem ambientes separados para roupa limpa e suja, lixeiras com tampa, bancos estáveis e superfícies laváveis. O vestiário metálico ajuda no cumprimento das rotinas, desde que instalado fora de áreas contaminantes, com ventilação e limpeza programada. Padronizar cores (ex.: porta azul para uniforme, cinza para visitante) melhora auditorias e reduz erros de uso.

Requisito Como o vestiário atende Benefício operacional
Separação limpa/suja Divisórias ou vestiários dedicados Evita contaminação cruzada
Superfícies laváveis Pintura em pó e base elevada Limpeza rápida e sem infiltrar
Sinalização Etiquetário e cores Auditoria mais simples
Guarda de EPI Cabideiro + prateleira Tudo no lugar certo

11) Sustentabilidade e ciclo de vida: menos descarte, mais reuso

O aço é 100 % reciclável e retorna à siderurgia com baixa perda de qualidade; isso reduz a pressão por matéria-prima nova e prolonga a vida útil do mobiliário ao permitir reconfigurações: troque prateleiras, adicione divisórias, migre o mesmo gabinete de uma obra para outra sem gerar resíduos. A pintura em pó dispensa solventes VOC e tem cura limpa; como o filme é resistente, o vestiário mantém aparência profissional por anos, evitando a troca precoce típica de materiais que incham com umidade.

Fator ESG Como o produto contribui Impacto
Reciclabilidade Corpo em aço Reaproveitamento total ao fim da vida
Baixo VOC Pintura em pó Menos emissões na produção
Durabilidade Chapas bem dobradas Menos descarte e TCO menor
Modularidade Acessórios plugáveis Reuso em novos layouts

12) Custo total de propriedade (TCO): o barato que sai caro, e o caro que dura

Comparar só o preço de compra esconde o custo real. Vestiários metálicos têm etiqueta um pouco maior no D0, mas diluem custo por ano e exigem menos manutenção — além de resistirem a limpeza frequente sem estufar ou descascar.

Cenário Investimento Vida útil Manutenção anual TCO em 10 anos Observação
Vestiário aço 2 portas R$ 1.580 10–15 anos R$ 35 ~R$ 1.930 Retocos + lubrificação
Armário MDF 2 portas R$ 1.200 4–6 anos R$ 90 ~R$ 2.460 Troca no 6º ano
Plástico injetado R$ 1.350 6–8 anos R$ 60 ~R$ 2.010 Pode amarelar/riscar

Os números são ilustrativos para demonstrar a lógica de TCO; a tendência permanece em diferentes mercados.


13) Exemplos de uso (situações de verdade)

Academia: vestiário 1.800 × 900 × 450 mm com aletas nas portas, prateleira superior e cabideiro tubular. Fecho para cadeado simplifica a vida do recepcionista; limpeza diária com álcool mantém o brilho por anos. Resultado: menos filas por armário “quebrado” e experiência confiável para o aluno.

Indústria alimentícia: modelo 2.000 × 1.000 × 500 mm com divisória vertical separando “rua” e “produção”, cabideiro duplo e prateleira perfurada. Fechadura de cremona de três pontos reduz arrombamentos. Resultado: auditorias mais suaves e menos contaminação cruzada.

Escola: compacto 1.600 × 800 × 400 mm com fecho para cadeado e etiquetário frontal. Portas perfuradas evitam odor de tênis e uniformes; manutenção semestral evita folgas. Resultado: equipamento íntegro, sem barulho e sem riscos.

Obra: industrial com base reforçada e tapete de borracha na prateleira inferior para botas e ferramentas. Ancorado em parede para evitar tombamento. Resultado: vestiário organizado em container, sem lama acumulada e com giro rápido de turno.


14) Guia de compra: leve esta lista para a cotação

  • Conteúdo: o que vai guardar? Peso, volume, itens molhados/secos.
  • Medidas: altura/largura/profundidade compatíveis com o espaço.
  • Fechadura: cadeado, cilíndrica, cremona ou digital conforme política.
  • Ventilação: aletas e/ou microperfuração conforme o uso.
  • Acessórios: prateleira superior, cabideiro, divisória, bandeja.
  • Ambiente: costeiro ou úmido? Prefira pré-tratamento anticorrosivo.
  • Instalação: ancoragem recomendada para modelos altos/pisos irregulares.
  • Cores: padronize por setor para organizar visualmente o vestiário.
  • Manutenção: reserve 15 min/semestre para prumo, dobradiças e fechos.
  • Prazo: planeje entrega e montagem fora do pico de uso dos vestiários.

15) FAQ — Perguntas frequentes (10)

  1. Qual a carga segura da prateleira superior?
    Em linha padrão, 20–30 kg distribuídos; versões reforçadas chegam a 40 kg. Para pesos puntuais (halteres, ferramentas densas), use bandeja metálica.
  2. Precisa fixar o armário na parede?
    É altamente recomendado para modelos altos (≥ 1,80 m) e pisos irregulares. A fixação reduz risco de tombamento com portas abertas e carregadas.
  3. Posso limpar todos os dias com álcool 70 %?
    Sim. A pintura em pó epóxi/poliéster suporta álcool 70 %, detergente neutro e cloro diluído. Evite solventes fortes e saponáceos abrasivos.
  4. Qual fechadura escolher para vestiário coletivo?
    Fecho para cadeado é democrático e barato. Em ambientes corporativos, a cilíndrica cumpre bem; para estoques sensíveis, cremona de 3 pontos.
  5. Funciona bem em cidades litorâneas?
    Sim, desde que você opte por pré-tratamento anticorrosivo e limpeza externa regular para remover sais.
  6. Dá para adicionar divisórias e cabideiro depois?
    Dá. O interior usa passo de 25 mm, permitindo reconfiguração sem furar o gabinete.
  7. As aletas nas portas não deixam entrar poeira?
    Em ambientes muito empoeirados, prefira microperfuração alta e mantenha rotina de limpeza. Em academias e clínicas, as aletas ajudam mais do que atrapalham.
  8. O armário risca o piso?
    Modelos com sapatas de nylon protegem porcelanato e vinílico. Em pisos muito polidos, adicione discos de EVA.
  9. Qual a vida útil típica?
    Entre 10 e 15 anos com limpeza semanal e manutenção semestral.
  10. Existe garantia?
    Em geral, 2 anos para pintura/estrutura e 5 anos para soldas. Verifique condições comerciais com o fornecedor.