Roupeiro de Aço 16 Portas

R$ 1.469 ou 3x R$ 544

O roupeiro de aço 16 portas com reforço nas portas e ventilação é a solução certa para ambientes com alta rotatividade de pessoas e necessidade de organização por usuário ou por função. Em escolas, academias, clínicas, indústrias, obras, escritórios e condomínios, ele concentra em um único gabinete a possibilidade de segregar pertences com segurança, manter higiene e arejamento constantes e padronizar o acesso sem improvisos.

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Descrição

Roupeiro de Aço 16 Portas com Reforço nas Portas e Ventilação

Com dezesseis compartimentos independentes, cada porta recebe reforços estruturais que aumentam a rigidez e reduzem empenos ao longo do tempo; as aletas/venezianas incorporadas criam convecção natural, favorecendo a troca de ar e diminuindo odores. A estrutura em chapa de aço dobrada, somada à pintura eletrostática em pó, sustenta milhares de ciclos de abre-e-fecha, resiste à limpeza frequente e preserva a estética profissional por anos. O resultado é um móvel silencioso, previsível e modular, que se adapta a turnos, equipes, turmas ou setores sem exigir reforma ou compra de novos armários.

Quando o layout é apertado, o formato 16 portas brilha porque cada folha ocupa menos espaço de giro, mantendo a circulação fluida mesmo durante o uso. Na prática, você organiza o fluxo: algumas portas podem ficar abertas enquanto outras seguem trancadas, sem bloquear corredores. E como cada compartimento é menor, o braço de alavanca sobre as dobradiças também diminui, poupando ferragens e evitando desalinhamentos. Em operações com compliance e auditorias, a granularidade facilita inventário e rastreabilidade: cada porta tem identificação, política de acesso e histórico de uso, reduzindo extravio e aceleração de reposição. Em ambientes com umidade intermitente ou guarda de tecidos, a ventilação ativa reduz a sensação de “armário fechado”, ajudando a manter o frescor do interior e a aparência de área bem cuidada.


Engenharia e construção: o que torna o 16 portas realmente durável

A longevidade do roupeiro começa no desenho. Em vez de depender apenas da espessura da chapa, os fabricantes sérios combinam dobras estruturais que transformam chapas planas em perfis com inércia elevada, reforços internos nas portas que barram torções e pontos de fixação bem distribuídos nas dobradiças. O corpo, em aço baixo carbono, recebe dobras duplas nas bordas para formar “vigas-caixão”; as portas ganham reforço longitudinal tipo ômega (ou “U”) para reduzir a torção no giro da maçaneta; as prateleiras internas, quando presentes, contam com nervuras discretas e cantos dobrados que controlam a flecha sob carga distribuída. Por fim, a pintura em pó epóxi/poliéster aplicada sobre superfície fosfatizada cria um filme contínuo que suporta álcool 70%, detergente neutro e borrifos de sanitizante diluído sem opacificar.

Componente Material / Espessura típica Detalhe construtivo Função estrutural Benefício percebido no uso
Corpo (laterais e fundo) Aço SAE 1008/1010 · 0,7–0,9 mm Dobras duplas periféricas Rigidez do gabinete Menos vibração, portas alinhadas
Portas (16 folhas) Aço 0,8–0,9 mm Reforço interno tipo ômega Resistência à torção Fecha reto por anos
Dobradiças Estampadas/soldadas (3–4 por porta) Fixação multiponto Giro estável Menos ajustes periódicos
Travessa central e montantes Aço 0,9–1,2 mm Amarração do corpo Distribuição de carga Gabinete “parado”, sem “dançar”
Prateleiras (se aplicável) Aço 0,7–0,9 mm com nervuras Cantos dobrados Suporte de carga Flecha controlada
Sapatas niveladoras Nylon + rosca metálica Curso ±15 mm Nivelamento fino Piso protegido e prumo exato
Pintura Epóxi/Poliéster 60–90 µm Cura 180–200 °C Filme protetor Limpeza segura e brilho durável

Leitura prática: reforço nas portas não é “peso a mais”; é geometria. A peça em “ômega” eleva a inércia sem grossura exagerada, impedindo que a folha “caia” com o tempo.


Ventilação que funciona: como as aletas resolvem odor e umidade

Ventilar não é furar de qualquer jeito. As aletas/venezianas nas portas criam um fluxo convectivo: o ar frio entra pelas aberturas inferiores, sobe aquecido pela diferença de temperatura e sai pela porção superior, carregando umidade e odores. Em vestiários, academias e clínicas, esse detalhe reduz drasticamente o cheiro de tecidos guardados e agiliza a secagem de itens levemente úmidos. Em ambientes de poeira fina, microperfurações altas podem substituir aletas em áreas inferiores, privilegiando troca de ar sem convidar partículas a se depositarem no interior. A ventilação correta também protege a pintura, pois reduz condensação e, com ela, os micro-pontos de oxidação que começam em frestas e cantos.

Recurso de ventilação O que é Efeito no interior Onde ganha relevância
Aletas horizontais em duas alturas Venezianas estampadas na porta Convecção natural contínua Vestiários, academias, obras
Microperfurações no terço superior Pequenos furos seriados Renovação sem atrair poeira Clínicas, ambientes limpos
Fresta técnica entre porta/corpo Tolerância controlada Equaliza pressão e ajuda a secar Ambientes climatizados
Prateleira perfurada (opcional) Plano com furos Evita poças sob frascos/tecidos Laboratórios, esterilização

Por que 16 portas? Vantagens práticas e quando preferi-lo

O formato 16 portas resolve três dores típicas: compartilhamento organizado, fluxo de pessoas e disciplina de estoque pessoal. Em escolas e academias, cada porta vira um micro guarda-volumes; em clínicas, é possível separar materiais por função (EPIs, jalecos, instrumentos já higienizados, itens pessoais); em indústria e obra, a divisão por turno ou equipe fica natural. Além do controle, há ganho de segurança passiva: portas menores exigem menos força, diminuindo tentativas de “alavanca” e esforços indevidos nos fechos. Outro ponto é o espaço de giro: mesmo com quatro portas abertas, um corredor de 1,0 a 1,2 m continua utilizável, mantendo a operação viva.

Cenário Por que 16 portas Benefício direto
Escola/academia 1 porta por pessoa/turno Menos extravio e conflito de uso
Clínica/laboratório Segregação por função Evita cruzamentos “limpo/sujo”
Escritório/coworking Kits de ligação e MI Atendimento mais rápido
Indústria/obra Times e turnos separados Entrega/retirada previsíveis

Dimensões e capacidades: como escolher sem errar

Embora haja variações, três famílias de medida resolvem a maior parte dos projetos. Pense sempre no conteúdo (mochilas, EPIs, jalecos, livros, ferramentas leves) e na largura do corredor disponível. Se houver itens volumosos, priorize profundidade de 450–500 mm.

Família Altura total (mm) Largura total (mm) Profundidade (mm) Vão por porta (A × L × P aprox.) Carga por plano Uso típico
Compacta 16P 1.800–1.900 900–1.000 400–420 400–450 × 200–240 × 380–410 15–20 kg Escolas, recepção
Corporativa 16P 1.900–1.980 1.000–1.200 450 450–500 × 230–270 × 430–450 20–30 kg Escritórios, clínicas, academias
Industrial 16P 2.000 1.200 500 500–550 × 250–300 × 480–500 30–40 kg Indústrias, obras, almoxarifados

Dica rápida: se a operação guarda jalecos ou casacos, a profundidade de 450–500 mm evita “beliscar” tecido na porta; para kits e pequenos eletrônicos, 400–420 mm já dão conta com menor pegada de piso.


Sistemas de fechamento: segurança sem atrito na rotina

O mesmo roupeiro pode receber fechamentos distintos conforme a política de acesso. Em uso coletivo e rotativo, o fecho para cadeado é democrático; em áreas administrativas, a cilíndrica com duas chaves dá controle centralizado; para conteúdo sensível, a cremona de três pontos distribui a tranca e reduz empeno; e quando há necessidade de log e perfis de acesso, a fechadura digital (senha/RFID) elimina chave física.

Sistema Como funciona Indicado para Vantagens Pontos de atenção
Pitão para cadeado Olhal + pino metálico Vestiários, escolas, academias Cada usuário gerencia Política para perda de cadeados
Fechadura cilíndrica Tambor + 2 chaves Escritórios, clínicas Simples e barata Controle de cópias
Cremona 3 pontos Trava topo/meio/base Almoxarifados sensíveis Porta não empena Ajuste inicial fino
Digital (senha/RFID) Teclado ou tag TI, compliance Sem chave, com logs Pilhas e custo inicial

Boas práticas essenciais

  • Identifique portas por coluna/linha (A1–D4) e registre em inventário.
  • Mantenha chave mestra sob custódia definida.
  • Em digital, defina política de troca de senha/tag a cada troca de usuário.

Acessórios internos que multiplicam o uso

O valor do 16 portas está em personalizar cada compartimento. O passo de 25 mm permite subir ou descer prateleiras, instalar divisórias e bandejas sem furadeira. Isso viabiliza, por exemplo, configurar portas superiores para itens esterilizados e inferiores para EPIs, ou destinar algumas portas a kits de TI com bandejas deslizantes.

Acessório Função Compatibilidade Benefício operacional
Prateleira extra Aumentar níveis Todas as famílias Espaço sob medida por categoria
Divisória vertical Setorizar por família Prof. 400–500 mm Miudezas sem mistura
Bandeja deslizante Acesso frontal a peças Prof. 450–500 mm Cabos/miudezas à vista
Cabideiro tubular Pendurar jalecos/casacos Larg. 230–300 mm Tecidos sem amassar
Porta-pastas Arquivo leve Larg. 230–270 mm Alternativa ao arquivo lateral
Etiquetário frontal Sinalização Portas/prateleiras Inventário mais rápido
Tapete de borracha Amortecimento interno Todas Protege a base e reduz ruído

Ergonomia e acessibilidade: conforto que vira produtividade

Organize por zonas de pega. Itens pesados ou densos (livros, kits de ferramenta leve) ficam entre joelho e cintura; o que é leve e pouco usado pode subir. Concentre, entre 800 e 1.200 mm, o que todos acessam todo dia — faixa que também atende cadeirantes. Portas devem abrir 110–120° sem bater em nada; em corredores apertados, o 16 portas é excelente porque cada folha ocupa menos “ar” quando aberta. Em modelos altos (≥ 1,80 m) ou piso irregular, ancore o gabinete na parede para eliminar risco de tombamento com portas abertas e carregadas. Sapatas reguláveis com base de nylon protegem porcelanato/vinílico e ajudam a manter prumo, evitando portas que “voltam” sozinhas ou raspam no batente.

Checklist rápido de ergonomia e segurança

  • Concentre peso nas prateleiras do meio;
  • Reserve topo para itens leves e de uso eventual;
  • Garanta 90–120 cm livres à frente para circulação;
  • Padronize o lado das fechaduras para abrir fora do fluxo;
  • Ancore em ambientes movimentados ou com piso irregular.

Instalação sem surpresas: passo a passo que evita retrabalho

  1. Conferir o local: meça vão, verifique rodapés, tomadas e persianas; garanta abertura de 110–120° para as portas.
  2. Nivelar: ajuste as sapatas até prumo em dois eixos (tolerância ≤ 2 mm/m). Um bom prumo evita folgas e ruídos.
  3. Ancorar (recomendado): marque furações internas; use bucha metálica em alvenaria ou parafuso autoatarraxante em perfil metálico/drywall reforçado.
  4. Regular portas: alinhe folgas e paralelismo; teste o giro e o fechamento sem esforço lateral na fechadura.
  5. Montar o miolo: posicione prateleiras no passo de 25 mm, instale divisórias, bandejas e cabideiros.
  6. Limpeza inicial: microfibra + detergente neutro; finalize com álcool 70% nos puxadores.
  7. Etiquetagem: defina padrão (coluna A–D; linhas 1–4) e registre no patrimônio.

Limpeza e manutenção preventiva: 15 minutos que valem anos

Atividade Produto/Ferramenta Periodicidade Verificar Ação
Limpeza externa Detergente neutro + microfibra Semanal Poeira/marcas Limpar e secar
Limpeza interna Álcool 70% + pano Quinzenal Odores/resíduos Secar e reorganizar
Checagem de prumo Nível de bolha Semestral Porta fecha sozinha? Ajustar sapatas
Dobradiças/fechos Visual + toque Semestral Folga/ruídos Reapertar/substituir
Fechaduras Lubrificante seco Anual Giro duro Lubrificar/trocar cilindro
Pintura Inspeção visual Anual Riscos/lasca Retocar com kit PU

Regra de bolso: 15 minutos semestrais de inspeção evitam horas de intervenção corretiva e alongam a vida do gabinete.


Planejamento de layout: circulação, pegada e área útil

Antes de definir quantos gabinetes comprar, simule pegada × corredor e estime a área de prateleiras realmente disponível. Corredor generoso evita colisões e dá conforto ao usuário.

Configuração Pegada (L × P) Área ocupada Capacidade útil (m²) Corredor recomendado
1 roupeiro 16P 1.000 × 450 0,45 m² ~0,45 m² ~3,0–3,6 1.000 mm
2 lado a lado 2.000 × 450 0,90 m² ~6,0–7,2 1.000–1.200 mm
3 em “L” (1.000 + 1.000) 1.500 × 900 1,35 m² ~9,0–10,8 1.200 mm no giro
Parede com 4 unid. 4.000 × 450 1,80 m² ~12,0–14,4 1.000 mm

Multiplicador útil: cada 0,45 m² de piso bem planejado costuma render ~3,5 m² de área de prateleiras distribuídas — capacidade que compensa a área “roubada”.


TCO (custo total de propriedade) e retorno: a matemática a favor do aço

O aço, com reforço nas portas e pintura em pó, custa um pouco mais no “Dia 0” que opções frágeis, mas devolve em anos de serviço. A necessidade de manutenção é baixa, a limpeza é rápida (sem medo de álcool 70%), e a modularidade permite reuso em novos layouts, reduzindo descarte. Quando se dilui o investimento por vida útil e adiciona custo de manutenção, o roupeiro metálico entrega o menor custo por ano — e ainda corta perdas por extravio graças à segregação por porta.

Cenário Investimento Vida útil Manutenção anual TCO em 12 anos Observação
Aço 16 portas c/ reforço R$ 2.600 12–15 anos R$ 40 ~R$ 3.080 Retocos + lubrificação
MDF compartimentado R$ 2.100 4–7 anos R$ 90 ~R$ 3.160–3.830 Troca precoce por umidade
Plástico injetado R$ 2.300 6–8 anos R$ 60 ~R$ 2.980–3.180 Pode amarelar/riscar com UV

Valores ilustrativos para demonstrar a lógica de custo/ano; a tendência se mantém em diferentes operações.


Sustentabilidade e ciclo de vida: menos descarte, mais resultado

O aço é 100% reciclável e retorna à cadeia com baixa perda de qualidade. A pintura eletrostática em pó dispensa solventes voláteis, reduzindo emissões no processo. Como o interior é reconfigurável, o mesmo roupeiro migra de função quando o layout muda — você reusa, não descarta. Em ambientes com metas ESG, isso significa menor geração de resíduos, menor necessidade de reposição e previsibilidade orçamentária. A ventilação correta ainda evita mofo e cheiros, preservando o mobiliário e os itens guardados, o que diminui perdas e trocas desnecessárias.


Erros comuns (e como evitar cada um)

Subestimar a profundidade. Escolher 400 mm para conteúdo que pede 450–500 mm gera portas “beliscando” mochilas e jalecos. Como evitar: levante alturas e volumes antes de comprar.

Ignorar ancoragem. Em piso irregular ou com gabinete alto, deixar sem fixação aumenta risco de tombamento. Como evitar: ancore na parede, especialmente acima de 1,80 m.

Misturar sistemas de fechamento sem política. Cadeado aqui, chave ali, digital acolá — vira caos. Como evitar: padronize por área e documente quem tem acesso.

Ventilação insuficiente. Sem aletas e prateleiras adequadas, odores aparecem. Como evitar: escolha portas ventiladas e prateleiras perfuradas onde houver tecidos/umidade.

Etiquetação ausente. Sem código por porta, inventários se arrastam. Como evitar: defina nomenclatura (A1–D4) e cole no ato da instalação.


Casos de uso que inspiram (e funcionam)

Academia de bairro: o 16 portas com aletas em duas alturas e pitão para cadeado organiza professores por turno. A ventilação reduz odores de roupas suadas, a limpeza diária com álcool mantém o brilho, e a recepção resolve trocas de cadeados sem atrito com um pequeno kit reserva.

Clínica de fisioterapia: portas superiores dedicadas a materiais higienizados em prateleira perfurada; inferiores para EPIs e itens pessoais da equipe. O reforço nas portas dá sensação de fechamento sólido, e a segregação “limpo/sujo” facilita auditorias internas e rotinas de abertura/fechamento.

Escola técnica: cada aluno fica com uma porta identificada (A1–D4). A infraestrutura guarda kits de ferramenta leve e cadernos de laboratório; ao final do módulo, as etiquetas mudam de cor e a turma seguinte assume, sem confusão. Menos extravio, menos “quem ficou com o meu adaptador?”.

Obra de médio porte: as portas são divididas por equipes (civil, elétrica, hidráulica, acabamento). A ancoragem em contêiner evita tombamento, o tapete de borracha na base interna protege a chapa de botas molhadas, e a cremona de 3 pontos nas portas com instrumentos de medição reduz tentativas de violação.


Guia rápido de compra (leve esta lista para a cotação)

  • Conteúdo: o que vai guardar? Peso, volume, tecidos úmidos, eletrônicos, MI.
  • Medidas: altura/largura/profundidade compatíveis com o corredor e o giro das portas.
  • Ventilação: aletas em duas alturas; prateleiras perfuradas onde houver umidade.
  • Reforço nas portas: peça tipo “ômega” e dobradiças multiponto (3–4 por porta).
  • Fechamento: padronize (cadeado, cilíndrica, cremona ou digital) conforme política.
  • Acessórios: divisórias, bandejas deslizantes, cabideiro e etiquetário frontal.
  • Instalação: planeje ancoragem e nivelamento com sapatas reguláveis.
  • Manutenção: reserve 15 min/semestre para prumo, dobradiças e fechos.
  • Cores: padronize por setor (ex.: portas cinza para administrativo, azul para manutenção).
  • ESG/TCO: considere reuso e modularidade para reduzir descarte e custo por ano.

FAQ — 10 perguntas e respostas

  1. O reforço nas portas faz tanta diferença assim?
    Sim. O perfil em “ômega” aumenta a rigidez sem acrescentar muito peso, reduz torque nas dobradiças e mantém o fechamento alinhado após milhares de ciclos.
  2. As aletas realmente evitam cheiro?
    A ventilação cria convecção: entra ar por baixo, sai por cima, levando umidade e odores. Em rotinas com tecidos úmidos, a melhora é nítida.
  3. Qual a carga segura por compartimento?
    Em linha corporativa, espere 20–30 kg por plano (distribuídos). Em versões reforçadas, é comum chegar a 40 kg. Para peso pontual, use bandejas.
  4. Precisa ancorar na parede?
    Recomendado para roupeiros com 1,80 m ou mais e pisos irregulares. Reduz risco de tombamento com portas abertas e carregadas.
  5. Posso limpar com álcool 70% diariamente?
    Sim. A pintura em pó epóxi/poliéster foi feita para suportar limpeza frequente com álcool e detergente neutro.
  6. Cadeado, chave ou digital: o que escolher?
    Coletivo e rotativo: cadeado. Administrativo: cilíndrica. Conteúdo sensível: cremona. Auditoria e logs: digital.
  7. As aletas não deixam entrar poeira?
    Em locais muito empoeirados, prefira microperfurações altas e reforce a limpeza. Em geral, o benefício de arejar supera o inconveniente.
  8. Dá para reconfigurar o interior depois?
    Dá. O passo de 25 mm aceita novas prateleiras, divisórias e bandejas sem furar o gabinete.
  9. Qual a vida útil típica?
    10–15 anos com limpeza semanal e manutenção semestral simples (prumo, dobradiças e fechos).
  10. Existem versões com cores?
    Sim. Em muitos catálogos, portas podem ter variação de cor para padronizar setores, mantendo corpo neutro.